National violent deaths hit a record low in 2025 (19.1 per 100,000 — the first time under 20) and 20 of 27 states improved. The turnarounds are sharpest in the Northeast and North — the regions with the worst rates just three years ago — while the South/Southeast, already the safest, keep improving. Perception (Numbeo) has not caught up. As mortes violentas no país atingiram uma mínima histórica em 2025 (19,1 por 100 mil — primeira vez abaixo de 20) e 20 dos 27 estados apresentaram melhora. A virada é mais expressiva no Nordeste e Norte — regiões com os piores índices há três anos —, enquanto Sul e Sudeste, já mais seguros, seguem evoluindo. A percepção popular (Numbeo) ainda não acompanhou os dados.
Brazil's murder rate peaked in 2017, then fell every year through 2025. The 2025 rate of 19.1 violent intentional deaths per 100,000 is a 39% drop from the peak and the lowest since the FBSP series began in 2012. Robberies fell in every category in 2025 — the safety gain is not only about homicides. A taxa de homicídios no Brasil atingiu o pico em 2017 e caiu ano a ano até 2025. A taxa de 19,1 mortes violentas intencionais por 100 mil em 2025 representa uma redução de 39% em relação ao pico e é o menor índice desde o início da série histórica do FBSP em 2012. Os roubos caíram em todas as categorias em 2025 — o ganho de segurança vai além dos homicídios.
Intentional violent deaths (mortes violentas intencionais): homicides, femicides, robbery-killings, fatal assaults and deaths caused by police. *Derived: 2012 from the −31% vs 2012 reported in the 2026 yearbook; 2023 computed from the 46,441-death count. Mortes violentas intencionais (MVI): homicídios dolosos, feminicídios, latrocínios, lesão corporal seguida de morte e mortes por intervenção policial. *Derivados: 2012 a partir da queda de −31% vs 2012 informada no anuário de 2026; 2023 calculado a partir do total de 46.441 óbitos.
In 2025, 19 of 27 states cut their homicide counts (the flagship violent-death indicator fell in 20 of 27 units). Amazonas posted the biggest drop (−33.5%), followed by Rio Grande do Sul (−25.1%), Paraná (−24.1%) and Mato Grosso (−20.5%). Only a small cluster rose — led by Rio Grande do Norte (+28.4%), the Federal District (+8.1%) and Roraima (+8.0%). Em 2025, 19 dos 27 estados reduziram os homicídios dolosos (e o indicador geral de MVI caiu em 20 das 27 unidades federativas). O Amazonas liderou a redução (−33,5%), seguido por Rio Grande do Sul (−25,1%), Paraná (−24,1%) e Mato Grosso (−20,5%). Apenas um grupo reduzido teve alta — liderado pelo Rio Grande do Norte (+28,4%), Distrito Federal (+8,1%) e Roraima (+8,0%).
Intentional homicides (homicídios dolosos), FBSP Anuário 2026, 2024 → 2025. The broader violent-death indicator (MVI) shows the same map: 20 of 27 units down; the same risers, led by Rio Grande do Norte (+19.6% MVI). Homicídios dolosos, FBSP Anuário 2026, 2024 → 2025. O indicador ampliado de mortes violentas (MVI) reflete o mesmo panorama: 20 de 27 UFs em queda; os mesmos estados em alta, liderados pelo Rio Grande do Norte (+19,6% MVI).
Every one of the five most violent state capitals in 2024 posted a double-digit drop into 2025. Fortaleza (−29%), Recife (−20%) and Macapá (−21%) led; Salvador fell from the country's most violent capital (52.7) to 44.0 — its third consecutive annual decline. Note: 2024 figures are the Atlas da Violência (death certificates), 2025 figures the FBSP yearbook (police records); the two systems differ by ~3% nationally, far smaller than the drops shown, and state secretariats corroborate each direction. Todas as cinco capitais mais violentas de 2024 registraram quedas de dois dígitos em 2025. Fortaleza (−29%), Recife (−20%) e Macapá (−21%) lideraram; Salvador deixou o topo de capital mais violenta (de 52,7 para 44,0) — seu terceiro ano consecutivo de queda. Nota: dados de 2024 são do Atlas da Violência (atestados de óbito), e 2025 do Anuário FBSP (registros policiais); a diferença entre as duas metodologias é de apenas ~3% nacionalmente, margem bem inferior às quedas registradas.
Bars scaled to 60/100k. Manaus: 2025 rate only (17.8) — after the state's −33.5% homicide drop, the biggest in Brazil. São Paulo, Florianópolis, Curitiba, Brasília and Goiânia remain the safest capitals (9.7–15.3 in 2024). Barras dimensionadas para 60/100 mil. Manaus: apenas taxa de 2025 (17,8) — após queda de −33,5% nos homicídios do AM, a maior do Brasil. São Paulo, Florianópolis, Curitiba, Brasília e Goiânia mantêm-se como as capitais mais seguras (9,7 a 15,3 em 2024).
Fortaleza left the list of the 10 most violent capitals in Q1 2026 (state security secretariat compilation) — April 2026 CVLI deaths fell 70.7% in the city and 44.1% across the state vs a year earlier. Fortaleza saiu do ranking das 10 capitais mais violentas no 1º trimestre de 2026 (compilação da SSPDS-CE) — em abril de 2026, os crimes violentos (CVLI) caíram 70,7% na capital e 44,1% no estado frente ao mesmo mês de 2025.
In the Greater Fortaleza interior, H1 2026 vs H1 2025: Maranguape −97.4% (the country's most violent city in 2025), Maracanaú −90.9%, Caucaia −56.8% (SSPDS-CE). These follow a violent spike in 2024–early 2025, so they come from very high bases — but the direction is unambiguous. Na Região Metropolitana de Fortaleza, no 1º sem. 2026 vs 1º sem. 2025: Maranguape −97,4% (município mais violento do país em 2025), Maracanaú −90,9% e Caucaia −56,8% (SSPDS-CE). Os recuos sucedem a crise violenta de 2024–início de 2025, partindo de patamares altíssimos — mas a tendência de queda é inequívoca.
The 10 lowest homicide rates among Brazil's 338 cities over 100,000 inhabitants in 2025 are split 7–3 between São Paulo and Santa Catarina — the two states with the country's lowest rates (7.8 and 7.6). São Caetano do Sul (ABC Paulista) is the national record-holder at 1.2 per 100k. As 10 menores taxas de homicídio entre as 338 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes em 2025 dividem-se (7 a 3) entre São Paulo e Santa Catarina — os dois estados com os índices mais baixos do país (7,8 e 7,6). São Caetano do Sul (ABC Paulista) é o recordista nacional com 1,2 por 100 mil.
For scale: the national rate is 19.1, and the most violent city (Maranguape, CE) is 100.3 — more than 80× São Caetano do Sul. Brazil's five safest large cities overall in 2024 (Atlas): Jaraguá do Sul 2.0, Brusque 2.6, Santa Bárbara d'Oeste 3.2, Lavras 3.6, Bragança Paulista 3.8. Para comparação: a média nacional é de 19,1, e a cidade mais violenta (Maranguape, CE) atingiu 100,3 — mais de 80× São Caetano do Sul. As 5 cidades médias/grandes mais seguras de 2024 (Atlas): Jaraguá do Sul 2,0; Brusque 2,6; Santa Bárbara d'Oeste 3,2; Lavras 3,6; Bragança Paulista 3,8.
Numbeo's 2026 Safety Index — a survey of perceived crime, not official statistics — still places four Brazilian cities among the 10 least-safe major cities in the world, and Brazil's national crime index (64.0) ranks 17th highest of 183 countries. Officially, every one of these cities is safer than it was two years ago; residents and visitors don't feel it yet. O Índice de Segurança 2026 da Numbeo — pesquisa baseada em percepção pública subjetiva, e não em registros policiais — ainda coloca quatro cidades brasileiras entre as 10 grandes cidades menos seguras do mundo, e o índice de crime do Brasil (64,0) é o 17º maior entre 183 países. Oficialmente, todas essas capitais estão mais seguras do que há dois anos; mas moradores e visitantes ainda não sentem o reflexo imediato.
Perception-based (5 years of user submissions). São Paulo's perceived crime index is ~83 ("very high") despite having Brazil's lowest state homicide rate — a reminder that official safety and felt safety are different variables. Baseado em percepção pública (respostas de usuários nos últimos 5 anos). O índice de criminalidade percebida de São Paulo é de ~83 ("muito alto"), embora o estado tenha a menor taxa de homicídios do Brasil — um lembrete de que segurança oficial e sensação de segurança são grandezas distintas.
Definitions matter: the yearbook's MVI indicator (19.1 in 2025) includes homicides, femicides, robbery-killings, fatal assaults and police-caused deaths; "homicídios dolosos" (15.4) excludes police deaths; the Atlas da Violência (20.1 in 2024) counts from death certificates. All three series point the same way. Numbeo is perception-based. Partial-year 2026 figures (SSPDS, Sinesp) are preliminary. Critérios estatísticos: o indicador de MVI do Anuário (19,1 em 2025) engloba homicídios dolosos, feminicídios, latrocínios, lesão corporal seguida de morte e mortes por intervenção policial; "homicídios dolosos" (15,4) exclui a letalidade policial; o Atlas da Violência (20,1 em 2024) utiliza dados dos atestados de óbito (SIM/DataSUS). Todas as séries convergem para a mesma tendência. A Numbeo reflete apenas percepção subjetiva. Dados parciais de 2026 (SSPDS, Sinesp) são preliminares.