Flag of Brazil flying against a bright blue sky
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Brazil's safety index is trending up — and the biggest gains are in the places that used to be the most violent O índice de segurança do Brasil está melhorando — e os maiores avanços vêm dos locais historicamente mais violentos

National violent deaths hit a record low in 2025 (19.1 per 100,000 — the first time under 20) and 20 of 27 states improved. The turnarounds are sharpest in the Northeast and North — the regions with the worst rates just three years ago — while the South/Southeast, already the safest, keep improving. Perception (Numbeo) has not caught up. As mortes violentas no país atingiram uma mínima histórica em 2025 (19,1 por 100 mil — primeira vez abaixo de 20) e 20 dos 27 estados apresentaram melhora. A virada é mais expressiva no Nordeste e Norte — regiões com os piores índices há três anos —, enquanto Sul e Sudeste, já mais seguros, seguem evoluindo. A percepção popular (Numbeo) ainda não acompanhou os dados.

Prepared 30 Aug 2026 · Sources: FBSP Anuário Brasileiro de Segurança Pública (19th & 20th eds.), IPEA Atlas da Violência 2026, Monitor da Violência, SSPDS-CE · Official 2024–2025 figures, partial 2026 data. Elaborado em 30 de agosto de 2026 · Fontes: FBSP Anuário Brasileiro de Segurança Pública (19ª e 20ª ed.), IPEA Atlas da Violência 2026, Monitor da Violência, SSPDS-CE · Dados oficiais de 2024–2025 e parciais de 2026.

19.1/100k
Violent-death rate, 2025 — lowest since 2012, first time under 20 Taxa de mortes violentas em 2025 — menor nível desde 2012, 1ª vez abaixo de 20
▼ 8.2% vs 2024 ▼ 8,2% vs 2024
–39%
Off the 2017 peak (31.2/100k) — five straight years of decline Abaixo do pico de 2017 (31,2/100 mil) — 5º ano consecutivo de queda
▼ 2021 → 2025
15.4/100k
Intentional-homicide rate — beat the 2027 national target (16.0) two years early Homicídios dolosos — meta nacional para 2027 (16,0) batida com 2 anos de antecedência
▼ 10% in 2025 ▼ 10% em 2025
–18.3%
Robberies in 2025 (610.9K) — vehicles −20.6%, homes −19.9%, pedestrians −23.4% Roubos em 2025 (610,9 mil) — veículos −20,6%, residências −19,9%, transeuntes −23,4%
▼ property crime ▼ crimes patrimoniais

Five straight years of falling violence, now at a record low Cinco anos consecutivos de queda na violência, agora na mínima histórica

Brazil's murder rate peaked in 2017, then fell every year through 2025. The 2025 rate of 19.1 violent intentional deaths per 100,000 is a 39% drop from the peak and the lowest since the FBSP series began in 2012. Robberies fell in every category in 2025 — the safety gain is not only about homicides. A taxa de homicídios no Brasil atingiu o pico em 2017 e caiu ano a ano até 2025. A taxa de 19,1 mortes violentas intencionais por 100 mil em 2025 representa uma redução de 39% em relação ao pico e é o menor índice desde o início da série histórica do FBSP em 2012. Os roubos caíram em todas as categorias em 2025 — o ganho de segurança vai além dos homicídios.

MVI rate / 100k (FBSP) Taxa MVI / 100 mil (FBSP) derived point dado derivado/estimado
30 25 20 15 10 2012 2017 (peak) 2017 (pico) 2023 2024 2025 27.7 31.2 21.9 20.8 19.1

Intentional violent deaths (mortes violentas intencionais): homicides, femicides, robbery-killings, fatal assaults and deaths caused by police. *Derived: 2012 from the −31% vs 2012 reported in the 2026 yearbook; 2023 computed from the 46,441-death count. Mortes violentas intencionais (MVI): homicídios dolosos, feminicídios, latrocínios, lesão corporal seguida de morte e mortes por intervenção policial. *Derivados: 2012 a partir da queda de −31% vs 2012 informada no anuário de 2026; 2023 calculado a partir do total de 46.441 óbitos.

Where the country is improving: nearly everywhere, led by the Amazon and the South Onde o país está melhorando: quase em toda parte, liderado pela Amazônia e pelo Sul

In 2025, 19 of 27 states cut their homicide counts (the flagship violent-death indicator fell in 20 of 27 units). Amazonas posted the biggest drop (−33.5%), followed by Rio Grande do Sul (−25.1%), Paraná (−24.1%) and Mato Grosso (−20.5%). Only a small cluster rose — led by Rio Grande do Norte (+28.4%), the Federal District (+8.1%) and Roraima (+8.0%). Em 2025, 19 dos 27 estados reduziram os homicídios dolosos (e o indicador geral de MVI caiu em 20 das 27 unidades federativas). O Amazonas liderou a redução (−33,5%), seguido por Rio Grande do Sul (−25,1%), Paraná (−24,1%) e Mato Grosso (−20,5%). Apenas um grupo reduzido teve alta — liderado pelo Rio Grande do Norte (+28,4%), Distrito Federal (+8,1%) e Roraima (+8,0%).

improvement (homicides down) melhora (queda de homicídios) worsening piora
FBSP 2024 → 2025
State Estado
◀ drop◀ queda 0% rise ▶alta ▶
Δ %
Amazonas
−33.5%
Rio Grande do Sul
−25.1%
Paraná
−24.1%
Mato Grosso
−20.5%
Sergipe
−17.3%
Santa Catarina
−16.4%
Piauí
−16.2%
Goiás
−16.1%
Minas Gerais
−14.2%
Bahia
−12.9%
Alagoas
−11.4%
Amapá
−11.4%
Pernambuco
−9.9%
Ceará
−8.1%
Espírito Santo
−7.6%
Pará
−6.4%
Maranhão
−6.0%
Paraíba
−5.0%
São Paulo
−4.1%
Rio de Janeiro
+0.4%
Rondônia
+1.1%
Acre
+5.6%
Tocantins
+6.1%
Mato G. do Sul
+6.2%
Roraima
+8.0%
Distrito Federal
+8.1%
Rio G. do Norte
+28.4%

Intentional homicides (homicídios dolosos), FBSP Anuário 2026, 2024 → 2025. The broader violent-death indicator (MVI) shows the same map: 20 of 27 units down; the same risers, led by Rio Grande do Norte (+19.6% MVI). Homicídios dolosos, FBSP Anuário 2026, 2024 → 2025. O indicador ampliado de mortes violentas (MVI) reflete o mesmo panorama: 20 de 27 UFs em queda; os mesmos estados em alta, liderados pelo Rio Grande do Norte (+19,6% MVI).

Northeast 31.6/100k (2025) — still the worst region, but −35.5% since its 2017 peak Nordeste 31,6/100 mil (2025) — ainda a maior taxa regional, mas −35,5% ante o pico de 2017 North 25.3/100k — Amazonas alone fell 32% in 2025 Norte 25,3/100 mil — só o Amazonas recuou 32% em 2025 Centre-West −50% over 14 years — biggest regional reduction Centro-Oeste −50% em 14 anos — maior redução regional acumulada Safest states Santa Catarina 7.6 · São Paulo 7.8 Estados mais seguros Santa Catarina 7,6 · São Paulo 7,8

Capitals trending up: the Northeast's big five are improving fast — from very high bases Capitais em evolução: as 5 grandes capitais do Nordeste melhoram rápido — partindo de bases altas

Every one of the five most violent state capitals in 2024 posted a double-digit drop into 2025. Fortaleza (−29%), Recife (−20%) and Macapá (−21%) led; Salvador fell from the country's most violent capital (52.7) to 44.0 — its third consecutive annual decline. Note: 2024 figures are the Atlas da Violência (death certificates), 2025 figures the FBSP yearbook (police records); the two systems differ by ~3% nationally, far smaller than the drops shown, and state secretariats corroborate each direction. Todas as cinco capitais mais violentas de 2024 registraram quedas de dois dígitos em 2025. Fortaleza (−29%), Recife (−20%) e Macapá (−21%) lideraram; Salvador deixou o topo de capital mais violenta (de 52,7 para 44,0) — seu terceiro ano consecutivo de queda. Nota: dados de 2024 são do Atlas da Violência (atestados de óbito), e 2025 do Anuário FBSP (registros policiais); a diferença entre as duas metodologias é de apenas ~3% nacionalmente, margem bem inferior às quedas registradas.

2024 (Atlas da Violência) 2025 (FBSP Anuário)
Homicide rate / 100k Taxa de homicídios / 100 mil
FortalezaCeará
42.2
29.9
−29% still #4 in Q1-26 4ª no 1º trim/26
MacapáAmapá
45.6
36.1
−21% state still top estado no topo
RecifePernambuco
45.5
36.3
−20% #2 in Q1-26 2ª no 1º trim/26
SalvadorBahia
52.7
44.0
−16% was #1 in 2024 era a 1ª em 2024
MaceióAlagoas
45.9
39.7
−14% #1 in Q1-26 1ª no 1º trim/26
ManausAmazonas
17.8
▼ big < nat. avg. 19.1 < média nac. 19,1

Bars scaled to 60/100k. Manaus: 2025 rate only (17.8) — after the state's −33.5% homicide drop, the biggest in Brazil. São Paulo, Florianópolis, Curitiba, Brasília and Goiânia remain the safest capitals (9.7–15.3 in 2024). Barras dimensionadas para 60/100 mil. Manaus: apenas taxa de 2025 (17,8) — após queda de −33,5% nos homicídios do AM, a maior do Brasil. São Paulo, Florianópolis, Curitiba, Brasília e Goiânia mantêm-se como as capitais mais seguras (9,7 a 15,3 em 2024).

Early 2026: Ceará's violent cities are turning around hard Início de 2026: cidades conflagradas do Ceará registram forte virada

Fortaleza left the list of the 10 most violent capitals in Q1 2026 (state security secretariat compilation) — April 2026 CVLI deaths fell 70.7% in the city and 44.1% across the state vs a year earlier. Fortaleza saiu do ranking das 10 capitais mais violentas no 1º trimestre de 2026 (compilação da SSPDS-CE) — em abril de 2026, os crimes violentos (CVLI) caíram 70,7% na capital e 44,1% no estado frente ao mesmo mês de 2025.

In the Greater Fortaleza interior, H1 2026 vs H1 2025: Maranguape −97.4% (the country's most violent city in 2025), Maracanaú −90.9%, Caucaia −56.8% (SSPDS-CE). These follow a violent spike in 2024–early 2025, so they come from very high bases — but the direction is unambiguous. Na Região Metropolitana de Fortaleza, no 1º sem. 2026 vs 1º sem. 2025: Maranguape −97,4% (município mais violento do país em 2025), Maracanaú −90,9% e Caucaia −56,8% (SSPDS-CE). Os recuos sucedem a crise violenta de 2024–início de 2025, partindo de patamares altíssimos — mas a tendência de queda é inequívoca.

The safest cities today: a São Paulo–Santa Catarina lock As cidades mais seguras hoje: domínio absoluto de São Paulo e Santa Catarina

The 10 lowest homicide rates among Brazil's 338 cities over 100,000 inhabitants in 2025 are split 7–3 between São Paulo and Santa Catarina — the two states with the country's lowest rates (7.8 and 7.6). São Caetano do Sul (ABC Paulista) is the national record-holder at 1.2 per 100k. As 10 menores taxas de homicídio entre as 338 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes em 2025 dividem-se (7 a 3) entre São Paulo e Santa Catarina — os dois estados com os índices mais baixos do país (7,8 e 7,6). São Caetano do Sul (ABC Paulista) é o recordista nacional com 1,2 por 100 mil.

MVI rate / 100k, 2025 (FBSP Anuário 2026) Taxa MVI / 100 mil em 2025 (Anuário FBSP 2026) Scale: 0 to 5.0 / 100k Escala: 0 a 5,0 / 100 mil
City & State Município e Estado
02.55.0
Rate Taxa
São Caetano do Sul (SP)
1.2
Tubarão (SC)
1.7
Salto (SP)
2.1
Santa Bárbara d'Oeste (SP)
2.1
Jandira (SP)
2.5
Blumenau (SC)
2.6
Jaraguá do Sul (SC)
3.0
Indaiatuba (SP)
3.0
Valinhos (SP)
3.0
Itatiba (SP)
3.1

For scale: the national rate is 19.1, and the most violent city (Maranguape, CE) is 100.3 — more than 80× São Caetano do Sul. Brazil's five safest large cities overall in 2024 (Atlas): Jaraguá do Sul 2.0, Brusque 2.6, Santa Bárbara d'Oeste 3.2, Lavras 3.6, Bragança Paulista 3.8. Para comparação: a média nacional é de 19,1, e a cidade mais violenta (Maranguape, CE) atingiu 100,3 — mais de 80× São Caetano do Sul. As 5 cidades médias/grandes mais seguras de 2024 (Atlas): Jaraguá do Sul 2,0; Brusque 2,6; Santa Bárbara d'Oeste 3,2; Lavras 3,6; Bragança Paulista 3,8.

The catch: perception lags badly behind the official numbers O contraponto: a percepção popular ainda destoa dos números oficiais

Numbeo's 2026 Safety Index — a survey of perceived crime, not official statistics — still places four Brazilian cities among the 10 least-safe major cities in the world, and Brazil's national crime index (64.0) ranks 17th highest of 183 countries. Officially, every one of these cities is safer than it was two years ago; residents and visitors don't feel it yet. O Índice de Segurança 2026 da Numbeo — pesquisa baseada em percepção pública subjetiva, e não em registros policiais — ainda coloca quatro cidades brasileiras entre as 10 grandes cidades menos seguras do mundo, e o índice de crime do Brasil (64,0) é o 17º maior entre 183 países. Oficialmente, todas essas capitais estão mais seguras do que há dois anos; mas moradores e visitantes ainda não sentem o reflexo imediato.

Brazilian cities Cidades brasileiras World reference Referência mundial
Numbeo Safety Index (0–100, higher = safer) Índice Numbeo (0–100, maior = mais seguro)
City Cidade
0 (unsafe)0 (inseguro) 50 100 (safe)100 (seguro)
Score Nota
Salvador
23.5
Fortaleza
24.1
Rio de Janeiro
24.6
Recife
25.0
Doha (benchmark) (referência)
84.6

Perception-based (5 years of user submissions). São Paulo's perceived crime index is ~83 ("very high") despite having Brazil's lowest state homicide rate — a reminder that official safety and felt safety are different variables. Baseado em percepção pública (respostas de usuários nos últimos 5 anos). O índice de criminalidade percebida de São Paulo é de ~83 ("muito alto"), embora o estado tenha a menor taxa de homicídios do Brasil — um lembrete de que segurança oficial e sensação de segurança são grandezas distintas.

What's driving the improvement — and the caveats O que explica a redução — e quais são os pontos críticos

Sources Fontes

· FBSP Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 20ª ed. (dados 2025), 23 Jul 2026 — G1 ranking de cidades e estados · G1 resumo do anuário · G1 cidades com menores taxas · CNN Brasil · Folha de S.Paulo
· IPEA/FBSP Atlas da Violência 2026 (dados 2024), 26 Mai 2026 — Rio Times ranking de capitais · G1 Bahia
· FBSP 19ª ed. (dados 2024), Jul 2025 — Folha de S.Paulo · InfoMoney
· Ceará 2026 — Diário do Nordeste (SSPDS 1º trim/2026) · MOVISAFE Mapa da Violência 2026
· Análise e contexto internacional — Latinometrics · Valor International (subnotificação) · Visual Capitalist / Numbeo 2026 Safety Index · Wikipedia / Tabela FBSP por estado

Definitions matter: the yearbook's MVI indicator (19.1 in 2025) includes homicides, femicides, robbery-killings, fatal assaults and police-caused deaths; "homicídios dolosos" (15.4) excludes police deaths; the Atlas da Violência (20.1 in 2024) counts from death certificates. All three series point the same way. Numbeo is perception-based. Partial-year 2026 figures (SSPDS, Sinesp) are preliminary. Critérios estatísticos: o indicador de MVI do Anuário (19,1 em 2025) engloba homicídios dolosos, feminicídios, latrocínios, lesão corporal seguida de morte e mortes por intervenção policial; "homicídios dolosos" (15,4) exclui a letalidade policial; o Atlas da Violência (20,1 em 2024) utiliza dados dos atestados de óbito (SIM/DataSUS). Todas as séries convergem para a mesma tendência. A Numbeo reflete apenas percepção subjetiva. Dados parciais de 2026 (SSPDS, Sinesp) são preliminares.